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dc.creatorChamorro, Cándida Graciela-
dc.date.accessioned2020-05-18T13:24:07Z-
dc.date.available2020-05-18T13:24:07Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationCHAMORRO, Graciela. Terra madura Yvy Araguyje: fundamento da palavra guarani. Dourados, MS: Editora UFGD, 2008.pt_BR
dc.identifier.isbn978-85-61228-08-8pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/3063-
dc.description1- FRAGMENTOS: TRAJETÓRIA E MODO DE SER 1.1 - A etno-história 1.1.1 - Sobre “Tupi”, “Guarani” e “Tupi-Guarani 1.1.2 - Os povos chamados Guarani no tempo da conquista 1.1.3 - Os povos chamados Guarani sob o impacto da conquista européia 1.1.4 – Livres ou fugitivos em suas próprias terras 1.2 – O princípio da identidade guarani 1.2.1 – Oréva e ñandéva 1.2.2 – Bagagem cultural e identidade 1.3 – Sobre “palavra” e “religião” guarani 1.3.1 – A palavra e as experiências da vida 1.3.2 – A palavra-alma 1.3.3 – Palavra como paradigma ritual 1.3.4 – Palavra para ser vista e ouvida 1.3.5 – A palava indígena e o cristianismo 2 - PROFECIA: VOZES DE PROTESTO CONTRA A MISSÃO 2.1 – A liderança guarani - karai e pa’i - entre a cruz e a espada 2.2 – De como os líderes indígenas contradisseram a pregação cristã 2.2.1 – Os primeiros enfrentamentos 2.2.2 – Durante a implantação das reduções jesuíticas 2.2.3 - Quando os jesuítas começaram a estabelecer-se 2.3 – O caráter profético da palavra guarani 2.3.1 – Os profetas indígenas não estão “além do social 2.3.2 - A poliginia indígena versus a monogamia cristã 2.3.3 - A vida livre na selva versus as reduções 2.3.4 - A dança ritual e outros ritos a serviço da profecia 2.4 - Dos pró-diálogos e suas conseqüências para a teologia cristã 2.4.1 – O questionamento da universalidade 2.4.2 – Missão, subjetividade e poder 2.4.3 – O desafio do diálogo intercultural: o exemplo de Pa’i Sume SEGUNDA PARTE: TEOCOSMOLOGIA 3 – A PALAVRA ORIGINAL: REPRESENTAÇÕES 3.1 – A história 3.2 – Jasuka: O Princípio do Ser e do Ser Criador 3.2.1 – O simbolismo da “substância-mãe 3.2.2 – O simbolismo do cesto, do bambu e de certas árvores 3.2.3 – O simbolismo do fluido vital 3.2.4 – O simbolismo da mulher e as virtudes de Jasuka na história 3.3 – Principais Personificações do Divino 3.3.1 – “Nosso Pai”, “Nossa Mãe” e a Sabedoria 3.3.2 – Heróis Culturais: Tornar o mundo habitável, vencer o jaguar 3.3.3 – Pais e Mães das palavras-almas de origem divina 3.4 – Atributos divinos 3.5 – As divindades guarani e o monoteísmo cristão 3.5.1 – A implantação do monoteísmo em Israel 3.5.2 – Monoteísmo e inclusividade 3.5.3 – Na busca do equilíbrio 3.5.4 – Sobre politeísmo, trindade e diálogo 3.5.5 – A profusão de divindades e as “formas do dizer 4 – A COSMOLOGIA: A COSMIFICAÇÃO DA PALAVRA 4.1 – A terra como corpo que murmura sua palavra 4.1.1 – A configuração do universo guarani 4.1.2 – Os enfeites do universo 4.1.3 – Os guardas do ser: as plantas e os animais 4.2 – O estar a caminho e a busca da “terra sem males 4.2.1 – Sobre a expressão “terra sem males” e seus desdobramentos 4.2.2 – A “terra sem males” nos relatos indígenas 4.2.3 – O estar a caminho: símbolo de liberdade e desterro 4.3 – O Ser Criador e sua Sabedoria Criadora 4.3.1 – Sobre os termos “Arakuaa” e “Mba’ekuaa 4.3.2 – A sabedoria na construção do mundo 4.4 – A água como mãe é matéria primordial 4.5 – Desafios da cosmoteologia guarani à teologia cristã 4.5.1 – Carrascos e vítimas da secularização 4.5.2 – O ecofeminismo e a recosmificação do divino 5 – O SER HUMANO: BIFURCAÇÃO E REDENÇÃO DA PALAVRA 5.1 – O ser humano entre a animalidade e a divindade 5.2 – O pecado na catequese colonial 5.3 – A bifurcação da palavra 5.3.1 – A bifurcação da palavra como “ignorância 5.3.2 – A bifurcação da palavra como “ira” e “ato de ofender 5.3.3 – O adultério 5.3.4 – O mal da terra e os malfeitores 5.4 – A conquista espiritual dos povos guarani, em guarani 5.4.1 – “Tornar-se cristão” como humanizar-se 5.4.2 – “Ser salvo” como tornar-se varão 5.4.3 – “Ser salvo” como tirar do pajé seu ser de pajé 5.5 – A redenção do dizer 5.5.1 - Erguer-se: “e 5.5.2 - Alcançar grandeza de coração: “py’a guasu 5.5.3 - Plenificar-se: “aguyje 5.5.4 –Terra e palavra sem males: “yvy ha ñe’ ẽ marane’ỹ 5.6 – A restituição da palavra e a soteriologia cristã 5.6.1 – Sem a figura de um Salvador 5.6.2 – Jesus ressuscitado e os “Nossos Irmãos TERCEIRA PARTE: PARADIGMA RITUAL 6 – CELEBRAÇÃO DA PALAVRA: SACRAMENTOS DA VIDA 6.1 – A história: das maracas indígenas aos sinos da redução 6.1.1 – A música 6.1.2 – Os banquetes e as festas 6.1.3 – O tempo reduzido 6.2 – Os mil rostos da dança e do canto 6.2.1 – O testemunho dos conquistadores 6.2.2 – Ñembo’e – a reza 6.2.3 – Porahéi – canção 6.2.4 – Ñe’ẽngarai, ñemoñe’ẽ – relato, discurso 6.2.5 – Guahu – lamento 6.2.6 – Xondáro – defesa 6.2.7 – Kotyhu – divertimento 6.3 – Ritualizar a palavra como imitação de um ato primordial 6.4 – A palavra-sacramento como caminhada 6.5 – Palavra que conta a história do corpo do milho 6.6 - A palavra que provê um lugar para si 6.7 – A palavra e o nome 6.7.1 – A liturgia kaiová: mitã mbo’éry 6.7.2 – O ritual mbyá: nimongarai 6.8 – A sacramentalidade da palava 6.8.1 – Palavra e demonização 6.8.2 – Recosmificação da palava 7 – A LIBERTAÇÃO DA PALAVRA: O DIÁLOGO 7.1 – Do ocaso ao ressurgimento indígena 7.2 – Descobrindo o “outro” indígena invisibilizado 7.3 – Nós “outros” na perspectiva indígena 7.4 – Os povos indígenas têm algo a dizer para nós 7.4.1 – Quando a inclusão do “outro” entrava o diálogo 7.4.2 – Quando a inclusão do “outro” dinamiza o diálogo 7.4.3 – Libertando a palavra das amarras do “eu” e do “outro 7.4.4 – A autocomprensão dos povos guarani no debate da globalizaçãopt_BR
dc.description.resumoOs povos chamados Guarani enfrentam o cerco da civilização ocidental bebendo de suas próprias fontes de saber, examinando-as e reformulando-as a partir de suas tradições e da religião que intentou e intenta colonizar suas almas. Este livro registra aspectos desse exercício de criatividade e persistência. Nele, também a sociedade não indígena é desafiada, com objetividade e empatia, a ouvir os testemunhos contemporâneos de ansiedade e esperança desses povos. Sendo a reflexão indígena diferente do pensamento cristão dominante no continente americano, a obra vem enriquecer o acervo da Teologia Índia e o Diálogo Intercultural sobre Deus e seres humanos.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Alison Souza (alisonsouza@ufgd.edu.br) on 2020-05-18T13:24:07Z No. of bitstreams: 1 terra-madura-yvy-araguyje-fundamento-da-palavra-guarani.pdf: 3740950 bytes, checksum: 8b3a1611d6e79fe2a4bff5a5b5fefea5 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Grande Douradospt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGDpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPovos indígenas - Guaranipt_BR
dc.subjectIndigenous peoples - Guaranien
dc.subjectPovos indígenas - rituaispt_BR
dc.subjectIndigenous peoples - ritualsen
dc.subjectPovos indígenas - evangelizaçãopt_BR
dc.subjectIndigenous peoples - evangelizationen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
dc.titleTerra madura Yvy Araguyje: fundamento da palavra guaranipt_BR
dc.typeLivropt_BR
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