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Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Título: O esporte como ferramenta política: megaeventos esportivos e o soft power em governos autoritários
Autor(es): Freitas, Milena Marçal Souza
Primeiro Orientador: Banzatto, Arthur Pinheiro de Azevedo
metadata.dc.contributor.referee1: Monte, Déborah Silva do
metadata.dc.contributor.referee2: Prado Filho, Carlos Roberto Staine
Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar como o esporte pode ser empregado como ferramenta política, especialmente por governos autoritários que utilizam de megaeventos esportivos como um instrumento de poder para projetar sua imagem internacionalmente, demonstrar prestígio e promover uma ideologia. Utilizando o conceito de soft power como marco teórico, esta pesquisa adota um estudo de casos para identificar padrões e estratégias comuns em quatro eventos distintos: os Jogos Olímpicos de Berlim em 1936, a Copa do Mundo de 1978 na Argentina, os Jogos Olímpicos de Moscou em 1980 e a Copa do Mundo de 2022 no Catar. Além disso, o estudo examina os impactos e resultados alcançados por essas práticas, avaliando tanto os benefícios diplomáticos e de imagem quanto às críticas e controvérsias associadas, proporcionando uma visão crítica e abrangente sobre o uso político do esporte em contextos autoritários. Conclui-se que, embora as instituições organizadoras de megaeventos esportivos tentem separar política de esporte, isso é impossível na prática, pois o esporte é também um fenômeno político. A análise e comparação implícita desses casos demonstra que tal associação representa uma tendência histórica que se encontra presente ainda na atualidade.
Abstract: This study explores how sports can be used as a political tool, especially by authoritarian governments using mega-sporting events to boost their international image, demonstrate prestige, and promote ideology. Using the concept of soft power as a framework, this research adopts a case study approach to identify common patterns and strategies in four distinct events: the 1936 Berlin Olympics, the 1978 FIFA World Cup in Argentina, the 1980 Moscow Olympics, and the 2022 FIFA World Cup in Qatar. The study examines the impacts and outcomes of these events, evaluating both the diplomatic and image benefits as well as the associated criticisms and controversies, providing a critical and comprehensive view of the political use of sport in authoritarian contexts. It concludes that, although the institutions organizing mega sporting events attempt to separate politics from sport, this is impossible in practice, as sport is also a political phenomenon. The analysis and the implicit comparison of these cases demonstrates that such association represents a historical trend that remains present today.
Palavras-chave: Soft power
Soft power
Governos autoritários
Authoritarian governments
Megaeventos esportivos
Mega-sporting events
CNPq: CNPQ::OUTROS::RELACOES INTERNACIONAIS
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal da Grande Dourados
Sigla da Instituição: UFGD
metadata.dc.publisher.department: Faculdade de Direito e Relações Internacionais
Citação: FREITAS, Milena Marçal Souza. O esporte como ferramenta política: megaeventos esportivos e o soft power em governos autoritários. 2024. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Relações Internacionais) – Faculdade de Direito e Relações Internacionais, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS, 2024.
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/6580
Data do documento: 12-Jul-2024
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