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dc.contributor.advisor1Galati , Eunice Aparecida Bianchipt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1359035734723864pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Fernandes, Wedson Desidériopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7923614294508121pt_BR
dc.contributor.referee1Raizer, Josuépt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Mirella Ferreira da Cunhapt_BR
dc.contributor.referee3Castro, Sáuria Lúcia da Rochapt_BR
dc.contributor.referee4Ferreira , Eduardo de Castropt_BR
dc.creatorSantos , Kleiton Maciel dospt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4237790197867646pt_BR
dc.date.accessioned2026-01-16T20:58:06Zpt_BR
dc.date.available2025-12-10pt_BR
dc.date.available2026-01-16T20:58:06Zpt_BR
dc.date.issued2025-12-10pt_BR
dc.identifier.citationSANTOS, K. M. Lutzomyia (lutzomyia) almerioi (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae): ciclo biológico e competência vetorial para Leishmania (Leishmania) amazonensis. 2025. 181 f. Tese (Doutorado em Entomologia e Conservação da Biodiversidade) – Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/6779pt_BR
dc.description.abstract____________________pt_BR
dc.description.resumoNo Brasil, a leishmaniose tegumentar é endêmica em todos os estados brasileiros. Várias espécies do gênero Leishmania atuam como agentes e são transmitidos por flebotomíneos (Diptera, Psychodidae). No estado de Mato Grosso do Sul, casos humanos de leishmaniose tegumentar têm sido atribuídos às espécies Leishmania (Viannia) braziliensis e Leishmania (Leishmania) amazonensis. O encontro de flebotomíneos infectados naturalmente por Leishmania spp., exceto se vetor comprovado, os encaixam no conceito de vetores permissivos, com potencial para atuarem na transmissão desses parasitos. Lutzomyia (Lutzomyia) almerioi, espécie antropofílica, com atividade diurna e noturna, e predominantemente abundante em cavernas da Serra da Bodoquena, apresenta potencial para atuar na transmissão de L. (L.) amazonensis. O objetivo deste estudo foi investigar se esta espécie é competente vetorialmente para transmitir L. (L.) amazonensis a hospedeiros vertebrados. Cultivo de Lu. almerioi em laboratório foi desenvolvido a partir de espécimes selvagens de flebotomíneos coletados em cavernas no município Bonito, MS, entre abril de 2022 a novembro de 2023, utilizando armadilhas de Shannon preta, modificadas, nos horários das 15h às 20h e 05h às 8h. Cerca de 2.249 fêmeas de primeira geração de Lu. almerioi foram expostas para se alimentarem em hamsters infectados experimentalmente por L. (L.) amazonensis; decorrido o período de incubação extrínseca [período entre a ingestão de amastigotas e a transformação em formas promastigotas infectantes (metacíclicas)], foram desafiadas a novos repastos em hamsters suscetíveis para investigação de transmissão experimental do parasito e demonstração de sua competência vetorial. Para confirmação da infecção por Leishmania, nestes hamsters suscetíveis foi realizada a PCR convencional, utilizando como alvo a região conservada do kDNA do parasito, de amostras de baço e fígado dos animais expostos às picadas de fêmeas de Lu. almerioi. Emergiram 4.565 espécimes de primeira geração (F1) (2.316 machos e 2.249 fêmeas) de Lu. almerioi e 148 espécimes de F2 (74 machos e 74 fêmeas). Foram realizados cinco experimentos, com fêmeas F1, das quais 1.052 se alimentaram em hamsters infectados experimentalmente por L. (L.) amazonensis, e um experimento com fêmeas F2, com 44 fêmeas que se alimentaram do repasto infectivo. Como resultados, observou-se que Lu. almerioi foi suscetível à infecção por L. (L.) amazonensis, ao se alimentar em hospedeiro infectado experimentalmente. As promastigotas metacíclicas infectantes sobreviveram ao período de incubação extrínseca (4-5 dias) e a espécie transmitiu o parasito aos hospedeiros suscetíveis, através da picada, de hamster para hamster. A amplificação do fragmento de kDNA revelou a detecção de Leishmania em 43 hospedeiros suscetíveis expostos às fêmeas que se alimentaram em hamsters infectados (41 das fêmeas F1 e dois das F2). Portanto, esses achados demonstram, pela primeira vez, a competência vetorial de Lu. almerioi para L. (L.) amazonensis, atendendo aos critérios clássicos de demonstração de competência vetorial.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Claudeir Guilhermino (claudeirguilhermino@ufgd.edu.br) on 2026-01-16T20:58:06Z No. of bitstreams: 1 KleitonMacieldosSantos.pdf: 6672767 bytes, checksum: e637e8d72495022f3629675b530802e9 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-01-16T20:58:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 KleitonMacieldosSantos.pdf: 6672767 bytes, checksum: e637e8d72495022f3629675b530802e9 (MD5) Previous issue date: 2025-12-10en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Grande Douradospt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Biológicas e Ambientaispt_BR
dc.publisher.programPrograma de pós-graduação em Entomologia e Conservação da Biodiversidadept_BR
dc.publisher.initialsUFGDpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFlebotomíneospt_BR
dc.subjectIncriminação vetorialpt_BR
dc.subjectLeishmaniapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.titleLutzomyia (lutzomyia) almerioi (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae): ciclo biológico e competência vetorial para Leishmania (Leishmania) amazonensispt_BR
dc.typeTesept_BR
Aparece nas coleções:Doutorado em Entomologia e Conservação da Biodiversidade

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