Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/6908
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Goettert, Jones Daript_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0319502811622693pt_BR
dc.contributor.referee1Crespe, Aline Castilhopt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Ariel Costa dospt_BR
dc.contributor.referee3Kukiel, Éder Damião Goespt_BR
dc.contributor.referee4Mota, Juliana Grasieli Buenopt_BR
dc.creatorGarcia, Dalila Tavarespt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8032849942126295pt_BR
dc.date.accessioned2026-08-17T19:03:48Zpt_BR
dc.date.available2026-07-29pt_BR
dc.date.available2026-08-17T19:03:48Zpt_BR
dc.date.issued2026-04-27pt_BR
dc.identifier.citationGARCIA, Dalila Tavares. Comendo geografias: afetos, memórias e fronteiras pelas comidas entre Foz do Iguaçu (Brasil) e Ciudad Del Este (Paraguai). 2026. 200 f. Tese (Doutorado em Geografia) – Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/6908pt_BR
dc.description.abstractLa frontera entre Foz do Iguaçu (Brasil) y Ciudad del Este (Paraguay), parte de la denominada Triple Frontera que también incluye Puerto Iguazú (Argentina), constituye un territorio singular marcado por una intensa movilidad humana, diversidad cultural y complejas dinámicas económicas. En este espacio fronterizo, donde se entrecruzan lenguas, monedas, legislaciones y prácticas cotidianas, el alimento emerge como un elemento privilegiado para comprender procesos de aproximación y diferenciación cultural, estrategias de supervivencia económica y construcción de identidades colectivas. La producción, circulación y consumo de alimentos en la frontera no se reducen a meras transacciones comerciales o necesidades nutricionales. Más bien, se configuran como prácticas sociales densas de significado, atravesadas por relaciones de poder, memorias colectivas, proyectos migratorios y negociaciones identitarias. La chipa paraguaya vendida por productoras artesanales en las calles de Foz do Iguaçu, las frutas y verduras comercializadas en la Central de Productores de Alto Paraná en Ciudad del Este, las especias árabes disponibles en establecimientos de la comunidad libanesa, la Soup Joumou preparada por inmigrantes haitianos, participan de circuitos que conectan lugares, actores y prácticas en configuraciones espaciales y temporales específicas. El trabajo analiza la circulación y consumo de alimentos en la frontera entre Foz do Iguaçu (Brasil) y Ciudad del Este (Paraguay), demostrando cómo productos alimentarios (chipa, frutas y verduras, especias), espacios de comercialización como la feirinha da JK, el mercado de Abasto de Ciudad del Este, y actores étnicos de diversas nacionalidades sean árabes, chinos, paraguayos, brasileños, haitianos, constituyen circuitos alimentarios transfronterizos que conectan lugares, rutinas, redes de sociabilidad y afectos. El análisis revela que el alimento opera simultáneamente como elemento de aproximación cultural, a través de la commensalidad, la transmisión de saberes y afectos, la adaptación de paladares, y como marcador de fronteras identitarias, evidenciando tensiones relacionadas con la inseguridad alimentaria y la estereotipificación étnica, para comprender dinámicas alimentarias en contextos de intensa movilidad y diversidad cultural.es
dc.description.resumoA fronteira entre Foz do Iguaçu (Brasil) e Ciudad del Este (Paraguai), parte da chamada Tríplice Fronteira que inclui também Puerto Iguazú (Argentina), constitui um território singular marcado por intensa mobilidade humana, diversidade cultural e complexas dinâmicas econômicas. Neste espaço fronteiriço, onde se entrecruzam línguas, moedas, legislações e práticas cotidianas, o alimento emerge como elemento privilegiado para compreender processos de aproximação e diferenciação cultural, estratégias de sobrevivência econômica e construção de identidades coletivas. A produção, circulação e consumo de alimentos na fronteira não se reduzem a meras transações comerciais ou necessidades nutricionais. Antes, configuram-se como práticas sociais densas de significado, atravessadas por relações de poder, memórias coletivas, projetos migratórios e negociações identitárias. A chipa paraguaia vendida por produtoras artesanais nas ruas de Foz do Iguaçu, os hortifrutis comercializados na Central de Produtores de Alto Paraná em Ciudad del Este, as especiarias árabes disponíveis em estabelecimentos da comunidade libanesa, a Soup Joumou preparada por imigrantes haitianos, participam de circuitos que conectam lugares, atores e práticas em configurações espaciais e temporais específicas. O trabalho analisa a circulação e consumo de alimentos na fronteira entre Foz do Iguaçu (Brasil) e Ciudad del Este (Paraguai), demonstrando como produtos alimentares (chipa, hortifrutis, especiarias), espaços de comercialização como a feirinha da JK, mercado de Abasto de Ciudad del Este, e atores étnicos de diversas nacionalidades sejam eles árabes, chineses, paraguaios, brasileiros, haitianos constituem circuitos alimentares transfronteiriços que conectam lugares, rotinas, redes de sociabilidade e afetos. A análise revela que o alimento opera simultaneamente como elemento de aproximação cultural, através da comensalidade, da transmissão de saberes e afestos, da adaptação de paladares e como marcador de fronteiras identitárias, evidenciando tensões relacionadas à insegurança alimentar, estereotipificação étnica. compreender dinâmicas alimentares em contextos de intensa mobilidade e diversidade cultural.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Claudeir Guilhermino (claudeirguilhermino@ufgd.edu.br) on 2026-08-17T19:03:48Z No. of bitstreams: 1 DalilaTavaresGarcia.pdf: 8371284 bytes, checksum: 3ace2e2ae16f71af0787a872b8b972ee (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-08-17T19:03:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DalilaTavaresGarcia.pdf: 8371284 bytes, checksum: 3ace2e2ae16f71af0787a872b8b972ee (MD5) Previous issue date: 2026-04-27en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Grande Douradospt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de pós-graduação em Geografiapt_BR
dc.publisher.initialsUFGDpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFronteirapt_BR
dc.subjectFronteraes
dc.subjectAlimentospt_BR
dc.subjectComidaes
dc.subjectAfetospt_BR
dc.subjectAfectoses
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIApt_BR
dc.titleComendo geografias: afetos, memórias e fronteiras pelas comidas entre Foz do Iguaçu (Brasil) e Ciudad Del Este (Paraguai)pt_BR
dc.typeTesept_BR
Aparece nas coleções:Doutorado em Geografia

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DalilaTavaresGarcia.pdf8,18 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.