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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Mizusaki, Márcia Yukaript_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5681821529802654pt_BR
dc.contributor.referee1Carías, María Gabriela Guillénpt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, Rosemeire Aparecida dept_BR
dc.contributor.referee3Fabrini, Joao Edmilsonpt_BR
dc.contributor.referee4Fernandes, Silvia Aparecida de Sousapt_BR
dc.creatorBorzone, Clariana Vilelapt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5615291986562984pt_BR
dc.date.accessioned2026-09-02T22:09:53Zpt_BR
dc.date.available2027-01-11pt_BR
dc.date.available2026-09-02T22:09:53Zpt_BR
dc.date.issued2026-04-09pt_BR
dc.identifier.citationBORZONE, C. V. O setor de celulose em ribas do Rio Pardo/MS, a exploração do trabalho feminino para a acumulação capitalista e mulheres camponesas em defesa da vida. 2026. 348 f. Tese (Doutorado em Geografia) – Faculdade de Humanas, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/7031pt_BR
dc.description.abstractYvy rehe ñemomba'eguasu pirapire oñembojoajúva celulose ndive Mato Grosso do Sulpe, oñepyrũ jey 2000-pe, oñembohetave ohóvo. Ribas do Rio Pardo/MSpe oñemopu'ãramo peteĩ mba'apoha pyahu celulose rehegua, oñemoambue yvy reko ha kuña kuéra mba’éichapa iteko upe rupi. Ko tembiapo oheká kuri mba'éichapa ko yvy ñemomba'eguasu ojahéi kuña kuérare, tapicha kuéra oñemohendáva ogapýpe (assentada ha acampada) ha mba'e opavave mba'éva rehe. Roheka mba'éichapa ko'ã mba'e oñembojoaju kuña kuéra rembiapo apopy ha ñemongakuaa (trabalho produtivo ha reproductivo) jeporu pirapire ñembohetave hagua. Ko jehechauka oñemopyenda kuña kuéra sãmbyhy rehe (patriarcado), Tetã capitalista ha colonialismo oñondive oñembojoajúva ko'ãgagua avaaty ojejapo hagua (Federici, 2010; Lerner, 2019; Marx, 2017a; Mies, 2022; Moura, 2020), oñemboheko kuña rembiapo jeporu, pirapire ñemboaty ypýpe guive oikóva ha tapiaite, ha kuña ñorairõ ha opavave mba'éva ñeñangareko joaju (Luxemburgo, 1970; Federici, 2013; 2022). Rojapo materialismo histórico ha dialético rupive, roipuru papapy ha ñe'ẽmondo rupi oúva, aranduka jehecha jey, marandu kuatiahaipyre, papapy aty, ñu rehegua tembiapo, ñemongeta ogapýpe oñemohendáva ndive ha tetã mba'apohára ndive. Rojuhu oñembohetaveha ñorairõ yvy rehehápe, kuña kuéra rehe jejuka oñembohetaveha ha opavave mba'éva rehe ñenupã, mba'apoha ñemopu'ã ha eucalipto ñemitỹ oñembohetave. Jehecha kuña kuéra ojeporu tekotevẽ hape celulose rehe hape. Ha kuña kuéra ñorairõ (derecho) avei ha'eha mba'e tekotevẽva oñembohovái hagua capitalista ha patriarcado reko ko'ãgagua.gn
dc.description.resumoA territorialização do capital ligado ao setor de celulose no Mato Grosso do Sul, retomada nos anos 2000, segue em expansão. A instalação de uma nova fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo/MS vem gerando mudanças na dinâmica agrária e na situação das mulheres da região. A presente pesquisa teve como objetivo analisar de que maneira essa territorialização afeta as mulheres, as populações camponesas assentadas e acampadas, e os bens comuns da região. Buscamos verificar como tais impactos se relacionam com a exploração do trabalho produtivo e reprodutivo das mulheres para a acumulação do capital. Esta pesquisa se baseia na compreensão da interseção entre o patriarcado, o Estado capitalista e o colonialismo para estruturar a sociedade atual (Federici, 2010; Lerner, 2019; Marx, 2017a; Mies, 2022; Moura, 2020), considerando a exploração do trabalho produtivo e reprodutivo feminino, o processo de acumulação primitiva permanente, e a relação entre as lutas feministas e a defesa dos comuns (Luxemburgo, 1970; Federici, 2013; 2022). Por meio de abordagem pautada na teoria do materialismo histórico e dialético, trabalhou-se com dados quantitativos e qualitativos de fontes diversas, incluindo revisão bibliográfica, acompanhamento de notícias de jornal, levantamento de dados estatísticos, trabalhos de campo, entrevistas com famílias assentadas e acampadas, e entrevistas e diálogos com representantes de órgãos públicos. Identificamos o agravamento da repressão às lutas pela terra, o aumento da violência contra a mulher e o ataque aos comuns, associados à construção da fábrica e à expansão de áreas de monocultivo de eucalipto. Afirmamos que a exploração das mulheres é fundamental para a expansão do setor de celulose e que a luta das mulheres é igualmente fundamental para romper o paradigma capitalista e patriarcal vigentept_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Claudeir Guilhermino (claudeirguilhermino@ufgd.edu.br) on 2026-09-02T22:09:53Z No. of bitstreams: 1 ClarianaVilelaBorzone - Embargado.pdf: 170761 bytes, checksum: a151c87c19a034e45596acfc9893e685 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-02T22:09:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ClarianaVilelaBorzone - Embargado.pdf: 170761 bytes, checksum: a151c87c19a034e45596acfc9893e685 (MD5) Previous issue date: 2026-04-09en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Grande Douradospt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de pós-graduação em Geografiapt_BR
dc.publisher.initialsUFGDpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectPatriarcadopt_BR
dc.subjectKuña sãmbyhygn
dc.subjectEstadopt_BR
dc.subjectTetãgn
dc.subjectTrabalho reprodutivopt_BR
dc.subjectTembiapo ñemongakuaagn
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIApt_BR
dc.titleO setor de celulose em ribas do Rio Pardo/MS, a exploração do trabalho feminino para a acumulação capitalista e mulheres camponesas em defesa da vidapt_BR
dc.typeTesept_BR
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